Hoje dia de finados... o que dizer?
Voltemos para o dia da chegada.
Tanta agua, tanto verde. Tanta vida e misterios. Uma aterrisagem um tanto agitada, mas que despertava nos para os proximos momentos do dia.
Ali solicita, aguardava minha amiga. Fomos para a celebracao eucaristica, na basilica de nosa senhora de nazare. Nunca vi nada igual. Nao consigo descrever. Cada detalhe, cada pedra bruta que escondia anjos e santos. Cada pequena pedra no mosaico, compondo todo o conjunto, de formas, de cores, de alegrias e dores. So hoje consigo escrever um pouco de tudo isso. Mas as imagens sequer cabem em minha memoria. Uma brisa ao fim de cada dia tras um conforto. Me sinto no coracao de Deus, no coracao da Mae. Tao grande, tao seguro, firme, aberto a todos nos.
Discreto sao os dialogos lapidados em cada imagem, que nos convidam a como elas mergular ainda mais neste espaco, da nosa vida, do nosso ser.
Talvez elas sabem o que passamos, entretanto, mesmo imoveis, conseguem nos tirar do comodismo e nos apontam o nosso lugar.
Meu senhor e meu Deus. Nao consgo fazer nada, que alegria, que confusao.
Que som, que luz, que ar, que chao.
Voltemos para o dia da chegada.
Tanta agua, tanto verde. Tanta vida e misterios. Uma aterrisagem um tanto agitada, mas que despertava nos para os proximos momentos do dia.
Ali solicita, aguardava minha amiga. Fomos para a celebracao eucaristica, na basilica de nosa senhora de nazare. Nunca vi nada igual. Nao consigo descrever. Cada detalhe, cada pedra bruta que escondia anjos e santos. Cada pequena pedra no mosaico, compondo todo o conjunto, de formas, de cores, de alegrias e dores. So hoje consigo escrever um pouco de tudo isso. Mas as imagens sequer cabem em minha memoria. Uma brisa ao fim de cada dia tras um conforto. Me sinto no coracao de Deus, no coracao da Mae. Tao grande, tao seguro, firme, aberto a todos nos.
Discreto sao os dialogos lapidados em cada imagem, que nos convidam a como elas mergular ainda mais neste espaco, da nosa vida, do nosso ser.
Talvez elas sabem o que passamos, entretanto, mesmo imoveis, conseguem nos tirar do comodismo e nos apontam o nosso lugar.
Meu senhor e meu Deus. Nao consgo fazer nada, que alegria, que confusao.
Que som, que luz, que ar, que chao.
Algo me aperta, tentando retirar algo de mim que ainda nao sai. As vezes me sufoca ou me ajuda a respirar, as vezes me faz sorrir, as vezes me deixa chorar. Quero patir e nao retornar. Quero ficar mas antes preciso ir. Se retornar que possa redescobrir o motivo de se doar.
Ontem uma manha pra lembrar dos ritmos de cada regiao, de cada epoca, de cada um. Dancando e sorrindo, no balanco do mar.
Sao barcos , sao casas, madeiras e pedras, ferro e tecidos. Distantes e proximos. Orientados por quem sabe, ou lancados pela curiosidade dos sentidos . Ta bom por enquanto. Penso que voce esta imaginando. Estamos juntos no mesmo lugar. Volta la quando quiser, no sol do meio dia, na madrugada sem luar. Ontem nao sei, amanha tenta. Te encontro. Me encontra.